Classificar ou não classificar? Eis o dilema...
Não sou um rótulo, tampouco uma bula a ser seguida, ou mesmo ousada. Cada dia me distancio um passo da grande casca das coisas, a fim de tomar o inominado, o invisível aos olhos. Talvez nunca alcance a árvore de vida, porém nunca mesmo serei uma raposa a desdenhar as uvas, embora verdes, até mesmo azuis.
"Afasta de mim esse cálice"
"Afasta de mim esse cálice"
"Afasta de mim esse cálice"
Quero mais é que você me olhe, fascine-se e quando achar que num ritual antropofágico terá tido minha alma, brotarei como uma Pégaso de sua cabeça bipartida e voarei qual Ícaro num céu vermelho inclassificável.
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